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Caroline Bigarel, 22 anos, bem menos como blogueira, carioca, nascida em 11 de setembro, porém ainda não foi considerada uma terrorista, é apaixonada pelo teatro e pelo mar. Vez ou outra arrisca tirar um som de seu violão, adora fazer novas amizades e raramente se encontra de mau-humor, desde que não seja acordada no horário em que aprecia estar dormindo. Futura jornalista, uma de suas maiores paixões é escrever. E escreve para a vida ter mais sentido, ainda que saiba que poucas pessoas realmente lerão suas tosquices.


"Atenção: esta vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar que conte outra, ou vire artista e faça sua própria versão. Aqui não tem segunda sessão."

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segunda-feira, abril 25, 2005


Sessão de Volta para o Passado

Sempre achei que a minha infância foi fantástica, que ninguém sequer chegou aos pés, nem à terça parte do que ela foi, por isso, tenho guardado até hoje, relíquias dos dourados anos oitenta. Faz não muito tempo, recuperei algumas coisas na casa do meu pai, como por exemplo, os LP's da Xuxa, que ele levou ao se separar e tristemente deu de presente para a minha meia irmã. Após uma luta de provas: pois mostrei a ele que ela não se interessava nem um pouco por ouvir a Rainha dos Baixinhos, recebi meus discos de volta.
Aí, eis que um belo dia, eu resolvo mostrar para a minha outra irmã, que as músicas que eu cresci escutando, foram muito melhores do que as que ela escuta hoje. Enfim, nada tirava da minha cabeça (e nada tira ainda), que ninguém terá infância igual as da minha geração e isso, não só no fator musical. Pois bem, não deu muito certo. Fui e sou zoada até hoje por ela, que faz questão de espalhar aos quatro cantos do mundo, que vez ou outra antes de dormir eu escuto Trem da Alegria, Xuxa, Baby Hits, Levados da Breca, Balão Mágico, Tv Colosso, As Paquitas, Carrossel e por aí vai... (até Sérgio Malandro teve sua glória com a porta dos desesperados).
Ainda lança aos quatro ventos que eu já me emocionei com a música do Cãozinho Xuxo ("Xuxo eu me lembro da primeira, em que eu te vi, foi maravilhoso... você olhou pra mim, logo percebi... que com você tudo seria muito mais gostoso.") e com uma do Trem da Alegria, que é assim: "Meu cãozinho Tommy, quando vi você ali... no meio da chuva, tão perdido...".
Notem que os cães são animais que me emocionam, mas isso é conversa para um outro dia...
Voltemos aos anos oitenta.
Enquanto eu tentava mostrar para minha irmã que as músicas eram ao menos bonitinhas e nos faziam ter uma infância melhor, fantasiosa, ela gargalhava e aumentava o som da tv com aqueles americanos FELOMENAIS, que me irritam só de ouvir de longe alguma ramificação de um ser que escute algo do gênero, porém, a minha tentativa foi inútil. Ela já foi mentalmente poluída pela geração dois mil. É impossível fazê-la acreditar, até porque todas as músicas soam incrivelmente subliminar na cabeça dela, ainda que eu ache que "Vamos brincar de índio, mas sem mocinho, pra me pegar..." significava que a Xuxa queria mesmo era ficar com os ínidios, possíveis canibais que poderiam devorá-la, continuarei sempre ouvindo "É tão bom, bom, bom...Quem quer pão, pão, pão, pão...Bom estar contigo no meu coração...", ou então "Tem pêra, tem! Tem uva, tem! Se tem maçã então tá bom! Tem milho, tem! Tem leite, tem! Se o mel faz bem então tá bom! Bom Dia, não se esqueça do café..." E lembrar dela oferecendo seu "saudável" café da manhã, sempre que entrava após "pousar" sua nave no programa. Bons tempos...porque hoje eu evito escutar Xuxa Só Para Baixinhos, já que nem a própria Xuxa consegue ser a mesma...

Enfim, como diria a blogueira do "Auto Solidão" :

"Nós somos o amanhã,
Num disco voador.
Coração aberto, a semente do amor.
Nós somos o amanhã,
Num disco voador.
Invadindo a terra na tela do computador.
Lá, Lá, Lá, Lá, Lá"


A Xuxa sempre foi uma visionária!

Por isso sigo cantando: "Faz de conta... que todos nós somos baixinhos... heróis e amiguinhos no futuro dessa terra linda..."

Por este Post é só pessoal. Me recolho.


# Postado por Carol às 5:47 PM


terça-feira, abril 19, 2005


Os opostos se atraem... mas não necessariamente se misturam.

Convidada pelo O Globo (sou importante), fui assistir ao filme brasileiro 'Mais Uma Vez Amor", com a Juliana Paes e o Dan Stulbach no elenco, no Barra Downtown, em plena segunda - feira, numa sessão que começaria as nove da noite. Achei até que eu seria a única mortal do cinema, mas quando lá cheguei, havia uns cem mais convidados do O globo. Ok, nada mal. Bizarro mesmo, foi descobrir que um pacote de pipoca se denomina "combo" e por causa disso, eu consegui passar por um certo "constrangimento". Aliás, me surpreende esse lance de pipoquinhas no cinema. Veja bem. Lá fui eu com o meu "combo" e meu refrigerante, para o assento. Aliás, situação complicada, abaixar aquela cadeira para sentar, com as duas mãos ocupadas, mas enfim...existiu um cavalheiro que segurasse a dita cuja pra mim. O mesmo cavalheiro que me deixou espremida no carro, com a sua poltrona quase totalmente reclinada para trás. Mas, continuando sobre as pipocas, me espanta perceber que, na verdade, a gente não compra pipoca para ver o filme e sim, para esperar o filme começar. É, porque, na hora em que iniciou-se a projeção, eu já havia comido todo meu "combo" (não gostei mesmo dessa palavra) e já partia para o ataque do combo de minha mãe e meu tio. (Cara, isso está me soando tão subliminar...). Enfim, e na hora que finalmente começou a ser exibido alguma coisa, aparece alguns alertas no telão, onde um deles foi: O Cinemark acha que cinema e pipoca tem tudo a ver, portanto, neste cinema, a pipoca é permitida! Oh, não me diga! Eu jurava que não sabia...
Bem, mas voltando ao filme, vale a pena conferir. Simplesmente eu dei altas gargalhadas durante toda a sessão, algo do tipo "me reconheci no personagem", virginiano, cheio de neuroses e manias como eu. Bem que eu também já tive vontade de morar na Amazônia...
Logo após o filme, ainda foi feito um sorteio de brindes, ao qual, incrivelmente, iriam ser sorteadas dez pessoas daquela sala de exibição e das dez sorteadas, três foram: eu, mamuska e meu tio! E olha que eu dificilmente ganho alguma coisa em sorteio. Bom, só não sabia o que fazer com dois livros iguais, já que eu e minha mãe voltaríamos para a mesma casa, então, acabei cedendo um para o meu outro tio, que da família, foi o único que não havia sido sorteado.
No mais, nada mal sair de um cinema em plena meia noite...
Vai uma propaganda do filminho:

A quem interessar possa, Clique Aqui para ver mais detalhes sobre o filme.


# Postado por Carol às 3:15 PM


sábado, abril 16, 2005


Onde foram parar as Joanitas????


Recentemente, vim observando um fato curioso. Nem sei em porque, talvez, fui me lembrar disso, só sei que senti falta delas, como se elas tivessem tido alguma importância na minha vida. Mesmo que a não presença deste minúsculo ser, em nada afete os meus dias, achei curioso reparar que elas desapareceram. Pelo menos da minha vida sim. Nunca mais as vi, as pobres joaninhas. Me recordo que quando eu era uma criança serelepe e morava numa casa enorme, com quintal, vira e mexe eu encontrava uma no meio das plantinhas ou até mesmo confundindo-se com o tijolo da parede. Não sei o que leva uma pessoa como eu, escrever sobre as joaninhas, mas de tanto pensar nelas, acabei chegando a conclusão de sua beleza peculiar. Sim! Elas são bonitinhas. Faz anos que não vejo uma sequer, mas é engraçado pensar num inseto de coloração tão fashion. Vermelho com bolinhas pretas. Certa vez vi uma senhora vestida assim na rua. Só faltava chamar-se Joana. Bem, só que acredito que eu teria medo se avistasse um pelotão de joaninhas por aí. Até mesmo porque, uma placa vermelha e preta ia me parecer uma conspiração flamenguista. E me assusta pensar.
Hoje só vejo joaninhas de pelúcia, pantufas-joaninhas, joaninhas desenhadas em roupinhas de bebê, em panos-de-prato, em desenho animado, em joguinhos e até em miniatura no Kinder Ovo. Que coisa abissal, mas é verdade. Fora o estilo rubro-negro dos indivíduos da espécime, gostaria de entender também porque o nome "JOANINHA". Isso é no mínimo estranho, pois não encontramos só Joaninhas fêmeas, e Joaninha macho, se torna algo meio gay, digamos. Por que não poderíamos chamar a versão masculina de Joãoznho? Ou vai ver, que não existia espécie masculina do inseto, por isso, sem mais reproduções, aconteceu o que hoje aqui escrevo: findou-se as joaninhas. Tsc. Viajei, eu sei.

PS: Pensando melhor, elas são nojentas. (Procurando por fotos no Google, vi uma cena não muito agradável...)

Enquanto isso, no Teatro...


Mais uma aula de improvisação que eu soltei a maior bobagem da terra (Coisas naturais para mim).. O episódio foi tão vergonhoso, que eu, por vergonha na cara própria, decidi nem postar, ou vocês acreditariam que eu falei: " - O real subiu!!!" , quando representávamos uma cena numa época passada em que a moeda, no mínimo, era o vintém. =/ Tosca.


# Postado por Carol às 1:19 AM


quinta-feira, abril 07, 2005


Teatron - Lugar de onde se vê, lugar onde eu me vejo!

Muita gente ainda não sabe, mas eu sou louca por teatro. A arte teatral me proporciona um prazer indescritível, mas eu nunca havia tido um contato tão intenso com exercícios teatrais, numa aula que tive no SESC, essa semana. Apesar da aparente timidez, e nem diria aparente, pois eu realmente sou uma pessoa tímida, incrivelmente no teatro, as coisas se resolvem. Não tenho a mínima vergonha de me expôr para outras pessoas assistirem, mas confesso, já paguei uns miquinhos em improvisações que saíram totalmente toscas, como foi o caso dessa última em que, tamanha minha falta de criatividade no momento, fiz uma coisa maluca, que sinceramente devem ter achado que eu, no mínimo, pirei na batatinha.
Bem, eu vos digo que tenho um sério problema com vergonha, mas a minha é algo digamos... cabuloso. Simplesmente porque, a minha timidez, não é algo anterior ao acontecimento, porque eu fico louca de vontade de fazer logo as coisas que me inibem para "acabar logo" e, se deixar, quero ser a primeira, mas meu problema maior é depois que eu cometo a ação e páro para pensar. E sempre penso: - Deus, que mico que paguei...
Claro, porque eu sei muito bem quando fiz algo legal ou quando agi micosamente de verdade. Mas o legal disso tudo, é você perceber que não é a unica tímida do local, porque toda a turma se sentiu inibida em certas coisas. Tinha um menino que até era muito bom, mas quase se encondia atrás do armário!
Enfim, pulando o episódio vergonhoso, e voltando para a aula, que era com duas atrizes maravilhosas, Ana Abbot e Maria Clara Hertz, fizemos alguns exercícios bem básicos, como aprender a ter postura no palco, olhar, ação - reação, e coisas bem loucas, chamadas "caminhada do foco" e "parada na base", mas muito divertidas mesmo, e digo-lhes: ficar a vontade, pés descalços ao chão, acústica de teatro, sala cheirando a arte, música, sons, cores e movimentos, além de muita risada... é bom demais. Acho que todo mundo deveria arriscar fazer um pouquinho de teatro. Enobrece a alma. Fui.!


# Postado por Carol às 1:47 AM