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Caroline Bigarel, 22 anos, bem menos como blogueira, carioca, nascida em 11 de setembro, porém ainda não foi considerada uma terrorista, é apaixonada pelo teatro e pelo mar. Vez ou outra arrisca tirar um som de seu violão, adora fazer novas amizades e raramente se encontra de mau-humor, desde que não seja acordada no horário em que aprecia estar dormindo. Futura jornalista, uma de suas maiores paixões é escrever. E escreve para a vida ter mais sentido, ainda que saiba que poucas pessoas realmente lerão suas tosquices.


"Atenção: esta vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar que conte outra, ou vire artista e faça sua própria versão. Aqui não tem segunda sessão."

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sexta-feira, maio 20, 2005


All Star



Tentei resistir, juro, mas não consegui. Eles olhavam para mim em toda sapataria e conseguiram serem mais fortes do que eu. Enfim, comprei um All Star. Um All Star amarelo para ser mais precisa. E não, eu juro que não regredi a minha fase meio "color girl", quando eu tinha coleções do tênis em diversas cores, entre elas, um vermelho-estou-aqui-pra-você-olhar-para-o-meu-pé. É claro que, um amarelo não foge muito à regra, mas ele é discreto, pois como sabem, existem diversas tonalidades de amarelo e o "mostarda" passou bem longe da minha opção. Escolhi um clarinho, pra combinar com meu atual momento. Ele é quase um beje. Ando mais discreta mesmo, chega de chamar atenção em certos momentos da vida, mas, voltando ao All Star, sempre que os calço nos pés, relembro a minha infância. É, eles tem um cheirinho de peraltice. Desde que me entendo por gente, lembro-me de calçar uma botinha All Star nos pés. As fotos também comprovam que eu não as tirava por nada. Quase comprei uma de cano longo novamente, mas refleti melhor, pois caso o escolhesse, certamente terminaria num canto qualquer, ou no limbo dos sapatos-novos-não-usados-após-comprados que tem na minha casa. Sempre achei que os calçados ou, os espelhos das sapatarias, ludibriam a imagem dos seus pés, lhe fazendo admirar momentaneamente o dito cujo, mas, quando se chega em casa, é que percebemos que erro fatal cometemos ao adquiri-los.
Voltando ao tênis, depois que minha fase All-Star passou, tomei um certo preconceito com quem usasse os modelos, mas assim que encaixei meus pés dentro de um, pude comprovar o conforto que eles proporcionam. O único ruim de usar All Star, é que você passa a fazer parte de um grupinho seleto: o grupinho das pessoas que usam All Star. No próprio Orkut há uma rivalidade interessante sobre isso, entre os usuários do tênis de bico branco versus os admiradores de tênis-mutantes-coloridos. O que vem a ser um tênis-mutante-colorido? É aquele em que o ser humano parece mais calçar um disco voador nos pés do que um tênis propriamente. Esse tipo é muito usado e as marcas são variadas, assim como suas cores que se misturam em tonalidades carnavalescas. Isso quando a plataforma ou "amortecedores" deles não é daquele tamanho que você sabe, né. Pois então, no orkut a rivalidade acontece entre roqueiros (donos de all stars) e pagodeiros e afins (donos de Nike, Rebook, e adjacências).
Chato mesmo ser esteriotipizada pelo que você usa nos pés. Eu mesma uso All Star e não sou roqueira, mas também me livrem do pagode. Embora o All Star não dê para utilizar-se em certos momentos - não me vá correr ou caminhar com um - ele é bem útil para quase todas as ocasiões, já que seu classicismo o tornou adepto a qualquer visual, até mesmo -pasmem- terno e gravata. Certa vez percebi (não tinha como não reparar), um cara vestido elegantemente em seu paletó, com um All Star vermelho-estou-aqui reluzente, em seus pés e, por mais incrível que poderia aparecer, ficou legal. Antigamente, eu achava que os modelitos deixavam o pé com uma aparência duplamente maior, mas percebi que era uma ilusão de ótica minha, quando queria acreditar que me desvencilhava da minha quedinha por all stars. Enfim, gosto de tênis porque ando muito e o dia inteiro pela estrada afora (eu vou bem sozinha, levar esses doces para a vovózinha) e dos meus dedos livres. Afinal de contas todo mundo mora longe de mim! ( E o caminho é deserto, e o Lobo Mau passeia aqui por perto).

Pronto. Agora fiquei calada.


# Postado por Carol às 6:50 PM


domingo, maio 15, 2005


A Bienal


É, como grande parte da população carioca, eu também estive lá na XII Bienal Internacional do Livro, no Rio Centro, pela segunda vez na vida. Antes havia estado lá num passeio de colégio, em 1999. E isso foi o bom: perceber que não precisei passear por lá de uniforme e colada a turminhas. Bem, a papagaiada é a mesma de sempre e, se você não curte leitura, é melhor nem perder seu tempo. É sabido que o programa, é aproveitado por aqueles que devoram páginas e linhas alucinadamente, assim como quem vos escreve e, principalmente, possuem dinheiro a gastar. Vê-se pelos preços dos livros. Claro que, lá na Bienal se encontram promoções bem bacanas, mas daqueles livros pé-de-chinelo ou os clássicos, que a grande massa também já possui em casa. O ingresso era reembolsável, porém, numa compra que fosse igual ou superior a cinquenta reais. Eu jamais gastaria este valor lá dentro, mas fiz uma proeza com apenas vinte reais em mãos. Pechinchei por lá e voltei pra casa com alguns exemplares. Uns gratuitos (descobri que meu papo é bom!) e outros que estavam em preços promocionais mesmo. Quando se vai à Bienal, o lance é catar tudo que há pela frente. Desde panfletos à simples marcadores de livros. Na hora você pensa que é besteira, mas ao parar em casa e vasculhar tudo aquilo que você pegou, coisas interessantes podem ser encontradas, até mesmo nos humildes panfletinhos. Ganhei muita revista, alguns livros e gibis. E ao todo, só gastei mesmo com o lanche caro que tem por lá. Fiquei espantada com os preços dos comestíveis e ficar sem comer é praticamente impossível, já que andar perscrutando todo o Rio Centro, cansa à vera e dá uma fome de "dez mendigos".
Além disso, cada dia que passa, fico mais espantada com a audácia de certos artistas. É muita prepotência deles andarem de carrinho elétrico pela Bienal, enquanto nós, "os normais", andamos a pé. Eles que andassem como todos, isso é querer chamar a atenção, mais do que já chamam. Efadonho, simplesmente. Bem típico de ator medíocre de Malhação. Agora os fãs de Malhação, podem me malhar, comecem. Enquanto isso, ficava eu fugindo de qualquer câmera global ou o que fosse, que aparecia na minha frente.
Bem, o Stand que mais me atraiu lá na Bienal, para quem for, é o "Território de Expressões" do SESC, no Pavilhão Azul. Demais. E ainda deixei meu autógrafo lá na parede de pixações, podem procurar, afinal de contas, faço teatro naquela coisa! Ainda assisti um Curta sobre a infância do Pelé e perdi a palestra do Ziraldo e Ruth Rocha por estar, neste momento, assistindo um Teatro de Bonecos. Humpf. E eu adoro Ziraldo. Sabe quantas vezes assisti "O Menino Maluquinho"? Ou quantas vezes li "Uma Professora Maluquinha"? Bem, isso são outros quinhentos. E eu também adoro a Ruth Rocha.
Enfim, passei a manhã, a tarde e parte da noite dentro dos coloridos pavilhões e também tirei algumas fotos, mas mostro pra vocês depois, quando a alma-caridosa-dona-da-máquina resolver me enviá-las. Só afirmo que são bizarras, desde o momento "pulando muro da Bienal" (meu pai estacionou num lugar inabitável) e até mesmo estado-deplorável-de-cansaço-final-de-dia.

Maiores Informações:
Clique Aqui Sem Medo!!!


Chega de Conversa Fiada!
Inté!


# Postado por Carol às 11:59 PM


sexta-feira, maio 13, 2005


A Descoberta

É sabido que o escuro me amedronta. Onde não há claridade suficente, há um certo receio em mim, contudo, esse medo é driblado nos horários em que preciso ir dormir, pois só durmo na escuridão total, mesmo que para isso eu precise dar aquela corridinha básica do local que está o interruptor até a minha cama, logo depois de apagá-lo. Só que, mesmo durante a noite, o ambiente não fica 100% escuro como ficaria quando sofremos um black-out e foi isso o que aconteceu nesta madrugada de quinta para sexta.
Estava no computador, quando de repente tudo escureceu. A primeira coisa que normalmente, num geral, ouvimos quando se acaba a luz é aquele sonoro "ihhhh" dos apartamentos, casas e arredores vizinhos, assim como ouvimos um "êeee", quando a mesma retorna, mas aqui no meu prédio foi diferente. Ao invés do "ihhhh", ouvi um homem, isso mesmo, um homem, gritar lá da portaria: "- Socoooorro! Acabou a luz! Acabou a luz!"
Nesse mesmo instante, eu corri até a janela do meu quarto, mesmo sem muito enxergar, mas queria averiguar quem era o ser bizarro que berrava naquele horário, porém, dei de cara e óculos no vidro da janela. Isso mesmo. E ainda falei a plenos pulmões: - Droga! Bati com a cara no vidro!
A gente se esquece que num black-out o silêncio é generalizado e a voz ecoa. Não me admiro que as risadas posteriores vieram do meu grito. A seguir, minha aventura foi procurar uma vela pela casa. Através da pequena luzinha azul do celular, me guiei até a cozinha, pisando numa caquinha de cachorro, tentando me esquivar da população de baratas que dominam a escuridão do meu apê. Após encontrar o pacotinho de velas e, mesmo tendo pavor de acendê-las, pois elas me soam bem necróticas, procurei um lugarzinho onde fixá-las e, a única coisa que vi, foi um potinho de plástico. Fogo X Plástico? Eu sou uma criatura aplausível...
Voltei com a vela tremilicante em minhas mãos e retornei ao meu quarto, repisando na mesma caquinha do cachorro e lá fiquei, quando me veio a brilhante idéia de procurar umas fitas k-7 reliquias minhas dos anos 80, para escutar num walk-man que naquele instante estava na minha frente, já que Cd's e Diskman estavam fora de cogitação de serem buscados na escuridão. Novamente, vela em mãos, saí a caça do material desejado. Qual não foi minha surpresa ao perceber que, as minhas tão queridas fitas, guardadas aos extremos cuidados, que ficavam dentro da gaveta de uma mesa, não estavam mais lá. Logicamente, a mesa também não mais estava, aí, lembrei-me que o movél, foi vendido por minha mãe à um Antiquário. Que maravilha. Ela disse não se lembrar de nenhuma fita, mas, se as minhas anteninhas não falham, tenho quase certeza que essas fitas foram parar na lata do lixo e a essa altura, jaz desfalecidas em algum depósito de lixo por aí. Só sei que quero meus K-7 ( ká-séte, para evitar as deturpações por mentes perturbadas), de volta.
Enfim, nesta madrugada pude descobrir que eu estou para escuridão proporcionalmente igual ela está para a luz. Outro dia assistindo ao Otávio Mesquita, ele estava mostrando uma brincadeira cuja qual as pessoas ficavam meia hora dentro de uma cabine escura, onde, lá dentro, cada um utilizava-se de uma bengala igual a dos deficientes visuais e entravam numa floresta simulada. O passeiro serviria para refletir no quesito: "vendo o mundo de um jeito difrente", o que me soa estranhamente desconexo, pois, se é tudo escuro, você está vendo o quê? Deveria se chamar algo como "Percebendo o mundo de um jeito diferente" ou coisa assim. Bom, só sei que eu seria um verdadeiro desastre se fosse cega. Um atentado a humanidade. Quem nunca ouviu essa pergunta: Será melhor nascer cego ou ficar cego depois de um tempo?
Eu posso afirmar que sou um pouco cega, digamos, para tudo aquilo que se localiza distante de mim. Ser míope é um problema. Ser míope numa noite de black-out, não tem preço. Para todas as outras coisas, existem as ,Óticas do Povo. Morô? Rá-rái...

Achou estranho?! Então aguarde o próximo post...
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.


# Postado por Carol às 4:06 AM


quarta-feira, maio 11, 2005


Roda, roda, roda...Pé, pé, pé!

Tudo começou com um exercício que mais parecia uma brincadeira de roda. Resultado: Joelhos e cotovelos ralados, hematomas roxos, dor nas pernas e cansaço. Muito cansaço. Isso foi mesmo uma aula de Teatro?! o_O

Foi...

Fazia tempo que eu não brincava que nem criança. Mas aquilo me soou meio maluco:
Contando:
1,2,3,4,5,6,7,8 - Rodando pra direita
1,2,3,4,5,6,7,8 - Rodando pra esquerda
1,2,3,4 - Rodando pra direita
1,2,3,4 - Rodando pra esquerda
1,2 - Rodando pra direita
1,2 - Rodando pra esquerda
Pulo Girando.
Pulo Girando.
Bate as palmas.
Dê as mãos.

Sei que ninguém entendeu, mas nem eu entendi. Ainda bem que no teatro, vale colar. O divertido foi perceber que o ser humano além de desconcentrado, tem uma falta de coordenação motora inacreditável. Isso explica meu atual estado corporal.

Achou estranho? Então aguarde o próximo Post...
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.


# Postado por Carol às 8:37 PM


domingo, maio 08, 2005


Os Jubilados

Foi assim: estava assistindo um desses programas de perguntas e respostas na TV, quando veio a questão:

Em espanhol, o que a palavra "Jubilado", quer dizer?
E as alternativas:
(a) Casado (b) Aposentado (c) Desquitado

Particulamente, eu não sabia a resposta, apesar de ter tido uma convivência muito ínitima com essa palavra. Explico-lhes: No meu ensino médio, estudei numa escola de disciplina militar e a lei de convivência lá era a seguinte: duas repetências é igual a júbilo do colégio. Então, para mim, o significado de jubilado, seria algo como "mandado embora", "retirado", já que era isso o que acontecia se algum aluno fosse reprovado duas vezes consecutivas.

Pois que a palavra, traduz-se por "aposentado", em qualquer dicionário que eu tenha procurado e realmente fiquei frustrada. Quer dizer então que eu quase fui aposentada do colégio e que todos os anos, um número considerado de alunos se aposentavam?
Achei meio estranho pensar dessa forma, afinal de contas, ninguém se aposentava do colégio, na verdade, e sim, eram - educadamente - convidados a se retirarem do estabelecimento.

No mais, cheguei a conclusão de que sempre usei o termo "jubilado" de forma errônea. Isso explica algumas reações suspeitas quando perguntei a um guri de pouca idade se ele já havia sido jubilado do emprego.

Achou estranho?! Não entendeu o sentido da coisa?! Então aguarde o próximo post...

Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.


# Postado por Carol às 9:12 PM


terça-feira, maio 03, 2005


Eu só quis dizer...

Pelo título, parece até que vou falar algo neste post sobre o Cirilo, resmungando seu amor desprezado pela Maria Joaquina. No entanto, a historinha de Carrossel vai passar bem longe daqui, por isso, se você chegou aqui através do Google procurando pela dourada infância, tem uma setinha escrita "voltar" logo ali em cima. Na verdade eu estava pensando sobre o que postar hoje e não seria nada mau dissertar sobre a saudosa Escuela Mundial, mas foi quando parei para refletir sobre o tempo. Isso porque, tenho percebido o quanto os dias tem passado correndo, acelerados e eu permaneço aqui, perdendo as horas, os minutos e os segundos da minha vida. Tenho pensado demais. E esse não é o meu normal. Convenhamos que sempre usei muito a "mufa" para realizar qualquer coisa, em qualquer campo da minha vida, mas, ultimamente, essa minha mania de pensar muito antes de fazer tem me deixado prostrada em alguns aspectos. Acho que eu deveria arriscar mais e ousar tomar atitudes diferentes daquelas que eu, por comodismo, procuro não mudar.
Cada dia que passa, tenho percebido que nada fiz que possa ser útil para alguém e, essa sensação de impotência, as vezes, causa um mal estar terrível. Não estou entrando em nenhuma fase down, pelo contrário, me sinto mais disposta do que nunca, pronta para o que der e vier, mas sinto que necessito aproveitar de maneira diferente da habitual, cada dia que passa. E com isso, gastar menos luz na internet, menos impulso telefônico por conta das horas de papo em que fico fofocando com os meus amigos. Necessito sair de casa as 8h da manhã e voltar só à noite. Não me preocupar com coisas tão irrelevantes e pequenas e gargalhar mais. Eu mesma tenho sentido falta das minhas gargalhadas na madrugada, que viravam comentários entre os vizinhos "apartamentais" no dia seguinte, assim como a minha "retardatice" em jogar aviõezinhos de papel pela janela. Mas era bom demais... é que agora a minha cama de casal é só minha, o quarto é só meu e não o divido com mais ninguém que possa contar coisas engraçadas antes de pegar no sono. É, e acho que vou viajar.... E quando eu disse viajar, é no sentido denotativo mesmo. Sair, conhecer outros lugares, novos ares, porque... no sentido conotativo, digo-lhes que viajei de verdade, já que nesse post, eu só queria mesmo dizer que preciso aprender a distinguir direita de esquerda. Cheguei a essa conclusão dentro do metrô. Que coisa não?!

Achou estranho?! Não entendeu o sentido da coisa?! Então aguarde o próximo post...
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...


# Postado por Carol às 3:34 PM


domingo, maio 01, 2005




Noussa!

o_O

Ultimamente ando me auto-censurando para escrever. Acho que escrevi mais do que deveria e menos do que gostaria.Isso porque, a bisbilhotice alheia pelo meu blog está me perturbando, não que eu me importe realmente com isso, pois a partir do momento que criei um blog, foi para escrever o que eu bem quisesse e entendesse. Minha vida é um livro aberto desde que me tornei blogueira, há mais de um ano, mas, quando algumas coisas fogem àquilo que eu acho correto, procuro me preservar e portanto, se as estatísticas de acesso caírem por aqui, entenderei perfeitamente, mas nada de hiatus, por enquanto. E vejamos no que vai dar. Tem coisas que não tem preço e pessoas que nem merecem comentários. Muita gente nem deve ter entendido o sentido deste post e eu, prefiro nem falar.

Até mais ver!


# Postado por Carol às 12:09 AM