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Caroline Bigarel, 22 anos, bem menos como blogueira, carioca, nascida em 11 de setembro, porém ainda não foi considerada uma terrorista, é apaixonada pelo teatro e pelo mar. Vez ou outra arrisca tirar um som de seu violão, adora fazer novas amizades e raramente se encontra de mau-humor, desde que não seja acordada no horário em que aprecia estar dormindo. Futura jornalista, uma de suas maiores paixões é escrever. E escreve para a vida ter mais sentido, ainda que saiba que poucas pessoas realmente lerão suas tosquices.


"Atenção: esta vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar que conte outra, ou vire artista e faça sua própria versão. Aqui não tem segunda sessão."

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quarta-feira, agosto 24, 2005


Passado Trash

Dia desses estava eu pensando, o que não é muita novidade, pois faço isso t-o-d-o o tempo da minha vida. Eu penso no caminho que faço diariamente pelas ruas, penso quando estou almoçando ou jantando, penso quando estou dentro de ônibus e carro. Penso quando a aula de teatro está chata e eu não consigo me concentrar, resultando nas minhas cagadas, chamadas de "improvisação". Enfim, pensar faz parte dos meus atos diários, assim como comer, dormir e er... ir ao banheiro né? Pois bem, apesar do banheiro ser o lugar mais propício para colocar a mente a par de muitas indagações, não foi no Toillet que eu tive a inspiração deste post. Ora, não seria nada legal, a menos se eu quisesse refletir sobre a influência dos minutos perdidos e gastos durante toda uma vida quando precisamos obrigatoriamente pausar todo santo dia, para usar o vaso sanitário, o box para tomar banho, o lavatório, o bidê, etc, etc...
Pois é, voltando ao assunto inicial, eu pensei no quanto eu fui tosca numa fase da minha vida. Refiro-me àquela fase de quando a gente se apaixona pela primeira vez. Tinha lá eu meus quinze anos. Entrava para uma escola de milicos e foi assim, algo à primeira vista. Embora eu não esteja aqui filosofando sobre amores e nem propriamente do meu primeiro amor ( não o filme ), foi necessário comentar sobre, para poder chegar aonde eu quero: a minha primeira música. Sim! Eu tive uma música que quando ouvia, suspirava pensando naquele amor. Só que eu tenho vergonha de dizer qual é, por mais que eu saiba que essa música era moda naquela época e tocava a todo instante em qualquer estação de rádio, ou quando não, ouvia-se na televisão, ou então cantada por alguém que passava ao seu lado na rua ou no próprio elevador.
Aquela era A Música. Lembrava-me dele e até hoje se a escutasse, creio que teria meus sentimentos voltados àquela remota época em que a minha maior preocupação, ao invés de filosofar para não-sei-quem ler, era arrumar uma maneira de contar ao indivíduo que eu gostava dele, que ele escutasse aquela música comigo! Ok, essa última eu não faria, é verdade. Seria como cuspir para o alto e assim levar a cusparada na minha própria cabeça.
E assim o tempo passou, o amor passou e a música também passou. E agradeço a alma caridosa que não me permitiu comprar o CD com a maledita música, senão seria a prova concreta do meu amor-musical-trash. Com o passar dos anos, outros amores surgiram e outras músicas também, melhores pelo menos, mas nenhuma que marcou como aquela música, talvez justamente por ter sido do primeiro cara que eu havia me apaixonado de verdade. Ou talvez por ter sido a música mais bizarra. Enfim, c'est la vie!
PS:Não, eu não estou namorando.
E não, eu também detesto textos românticos e melancólicos, embora isso aqui esteja mais para nostálgico.
E não, eu não vou contar se eu namorei ou não o indivíduo.

"Me diz o que ela significa pra mim...
Se ela é um morango aqui do nordeste...
Tu sabes não existe, sou cabra da peste...
Apesar de colher as batatas da terra...
Com essa mulher eu vou até pra guerra...!"


Agora as tomatadas. ( Pela música e principalmente pela minha tentativa de cantá-la).


# Postado por Carol às 12:40 AM


quinta-feira, agosto 18, 2005


A Devota de São Thomé.

Pronto. Agora eu só acredito vendo.
E isso vale para tudo. TUDO.
Que fase, meu Deus, q-u-e fase!!!
Temporariamente sem cabeça para formular idéias.
Mente impreterivelmente ocupada e preocupada com a vida.
É isso aí, volto quando São Thomé me der uma forcinha. ( Aiii meu São Toméééé!!!)
É triste, minha gente, é triste.


# Postado por Carol às 10:28 AM


sexta-feira, agosto 05, 2005


Reflexões de Viagens Busônicas - Parte Um

Tenho problemas, eu sei, não precisam me lembrar. Ainda mais quando se trata de transitar pela cidade dentro de um ônibus, esse veículo capaz de transformar sua viagem, num verdadeiro caos de bizarrices. Normalmente eu me divirto dentro de um, mas tem coisas que conseguem me deixar pasma. Primeiro, porque a coisa mais fácil para se acontecer comigo, é pegar ônibus errado. Problemas sérios de quem cisma em pegar ônibus pela cor e não pelo número. Certa vez, tinha uma linha de ônibus de cor amarela e justo o que eu pegava todos os dias, era o único daquela coloração de sol que passava naquele ponto, então, nem me preocupava em olhar para o número. Ledo engano. Acontece que, por ironia do destino, havia outra linha sim, daquela mesma cor, que passava no local e eu não sabia, pois nunca tinha sequer reparado. E lá fui eu toda lépida rumo a catraca, quando percebi que o veículo fez uma curva estranha numa rua não muito costumeira nos trajetos que eu fazia. Acertou em cheio se você, leitor, pensou que eu iria parar na cochinchina se não tivesse visto a tempo. O busão me levaria para um lugar chamado Jardim de Alah. Bem, eu sinceramente não sei onde fica isso. Aliás, eu não sei onde ficam muitos lugares distantes da minha rua. Pra bem dizer a verdade, eu me perco no meu próprio bairro, ainda que resida há anos nele, mas eu não tenho memória mesmo, saquei.
Já viajei muito de ônibus pra lá e pra cá nesse Riozão de meu Deus para afirmar para vocês, que existem pessoas toscas no mundo, como foi o caso de um carinha que se irritou porque a campainha do veículo não funcionava e, sendo assim, começou ele a puxá-la desesperadamente, desenfreadamente, num estado de desespero descomunal, mas, o pior não foi presenciar isso, foi observar a bizarra cena dele dizendo: "Ai, essa cordinha tá dando choque!".
Ah, não me perguntem, por favor, se ele tinha a masculinidade afetada.
Dia desses, presenciei uma mulher e sua bolsa, de tamanho assim, digamos, fora do habitual e pude constatar que, ela simplesmente não refletiu bem quando tentou passar a catraca ao mesmo tempo que a sacola.
Foi preciso cobradora e um passageiro ajudar a pobre criatura a se desvencilhar da roleta, que por sinal, é um drama meu precisar sempre fazer uma forcinha para empurrar aquela coisa. Porque tão dura ?
Aliás, porque todo cobrador tem a unha do dedo mindinho grande?
Ônibus me estressa muito, principalmente quando alguma pessoinha me faz o favor de ficar em pé, na minha direção, segurando uma bolsa, que, conforme o vai e vém do busão, vai batendo no meu rosto e eu, já vendo meus nervos estufarem, pergunto se a dita cuja, quer que eu segure a tal bolsa, onde ela gentilmente recusa...

Fragmentos do busão continua num próximo post...
( Ainda há muito o que ser dito).


# Postado por Carol às 2:53 AM