<BODY><!-- --><div id="b-navbar"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-logo" title="Go to Blogger.com"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/logobar.gif" alt="Blogger" width="80" height="24" /></a><form id="b-search" action="http://www.google.com/search"><div id="b-more"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-getorpost"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_getblog.gif" alt="Get your own blog" width="112" height="15" /></a><a href="http://www.blogger.com/redirect/next_blog.pyra?navBar=true" id="b-next"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_nextblog.gif" alt="Next blog" width="72" height="15" /></a></div><div id="b-this"><input type="text" id="b-query" name="q" /><input type="hidden" name="ie" value="ISO-8859-1" /><input type="hidden" name="sitesearch" value="emafalda.blogspot.com" /><input type="image" src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_search.gif" alt="Search" value="Search" id="b-searchbtn" title="Search this blog with Google" /><a href="javascript:BlogThis();" id="b-blogthis">BlogThis!</a></div></form></div><script type="text/javascript"><!-- function BlogThis() {Q='';x=document;y=window;if(x.selection) {Q=x.selection.createRange().text;} else if (y.getSelection) { Q=y.getSelection();} else if (x.getSelection) { Q=x.getSelection();}popw = y.open('http://www.blogger.com/blog_this.pyra?t=' + escape(Q) + '&u=' + escape(location.href) + '&n=' + escape(document.title),'bloggerForm','scrollbars=no,width=475,height=300,top=175,left=75,status=yes,resizable=yes');void(0);} --></script><div id="space-for-ie"></div><!-- para tirar a barra chata --><div id="b-navbar"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-logo" title="Go to Blogger.com"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/logobar.gif" alt="Blogger" width="80" height="24" /></a><form id="b-search" action="http://www.google.com/search"><div id="b-more"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-getorpost"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_getblog.gif" alt="Get your own blog" width="112" height="15" /></a><a href="http://www.blogger.com/redirect/next_blog.pyra?navBar=true" id="b-next"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_nextblog.gif" alt="Next blog" width="72" height="15" /></a></div><div id="b-this"><input type="text" id="b-query" name="q" /><input type="hidden" name="ie" value="ISO-8859-1" /><input type="hidden" name="sitesearch" value="abobradiario.blogspot.com" /><input type="image" src="http://www.blogger.com/img/navbar/4/btn_search.gif" alt="Search" value="Search" id="b-searchbtn" title="Search this blog with Google" /><a href="javascript:BlogThis();" id="b-blogthis">BlogThis!</a></div></form></div><script type="text/javascript"><!-- function BlogThis() {Q='';x=document;y=window;if(x.selection) {Q=x.selection.createRange().text;} else if (y.getSelection) { Q=y.getSelection();} else if (x.getSelection) { Q=x.getSelection();}popw = y.open('http://www.blogger.com/blog_this.pyra?t=' + escape(Q) + '&u=' + escape(location.href) + '&n=' + escape(document.title),'bloggerForm','scrollbars=no,width=475,height=300,top=175,left=75,status=yes,resizable=yes');void(0);} --></script><div id="space-for-ie"></div>

Caroline Bigarel, 22 anos, bem menos como blogueira, carioca, nascida em 11 de setembro, porém ainda não foi considerada uma terrorista, é apaixonada pelo teatro e pelo mar. Vez ou outra arrisca tirar um som de seu violão, adora fazer novas amizades e raramente se encontra de mau-humor, desde que não seja acordada no horário em que aprecia estar dormindo. Futura jornalista, uma de suas maiores paixões é escrever. E escreve para a vida ter mais sentido, ainda que saiba que poucas pessoas realmente lerão suas tosquices.


"Atenção: esta vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar que conte outra, ou vire artista e faça sua própria versão. Aqui não tem segunda sessão."

- Profile no Orkut-




Meu humor atual - i*Eu




  Cala-Boca Já Morreu
  Casa da Paula
  Dente do Sapo
  Dias Comuns
  Estado de Surto
  Eu falei, você não ouviu?
  Fernanda Lima
  Juntando Pedacinhos
  Michel Bertoni
  Miretriv
  Poesias do Lucas
  Pum & Etta
  Simplesmente Opinião
  Sociedade Anônima
  Ta Entendendo?
  Tenda da Leninha
  Tudo na Minha Vida
  Winspear



Flogs

  Flog do Artur
  Flog do Felipe
  Flog do Lucas
  Flog da Raquel


Sites

  Site Alma Legendária - Cadetes de Osório
  Site da FO
  Turma do Colégio Militar




Tempos de Blig
Tempos de Weblogger
Novembro 2004
Dezembro 2004
Janeiro 2005
Fevereiro 2005
Março 2005
Abril 2005
Maio 2005
Junho 2005
Julho 2005
Agosto 2005
Setembro 2005
Outubro 2005
Novembro 2005
Dezembro 2005
Janeiro 2006
Fevereiro 2006
Março 2006
Abril 2006
Maio 2006
Junho 2006
Julho 2006
Agosto 2006
Outubro 2006
Janeiro 2007





Meus novos devaneios, aqui: Aqui.
Não há melhor maneira...
Sindrome de Forrest Gump
Tempos Modernos
"...Porque vida de moleque é vida boa..."
"...Porque brasileiro deveria ser verde e amarelo ...
"...Não tinha medo o tal João do Santo Cristo, era...
Enquanto isso, em algum lugar da Orkutosfera...
O Homem da Casa
Correio da Manhã






Link - me





Selos

O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil

the barcode printer: free barcode generator



Tudo para seu blog!

Créditos





Contato

E-mail
MSN


Contadores











A reprodução dos textos deste blog é permitida de acordo com algumas diretrizes. Clique no Button acima para maiores esclarecimentos.

Prêmios & Destaques


Image hosted by Photobucket.com
segunda-feira, fevereiro 13, 2006


Giz, pra que te quero?

Durante nossos anos escolares, sejam eles desde a pré-escola até a faculdade, costumamos nos deparar com alguns professores peculiares, sejam eles com características marcantes e inesquecíveis e outros com costumes ou trejeitos estranhos. Tive muitos professores bons, mas nenhum deles escapou ao meu julgamento de aluna, afinal, quem é que se senta numa carteira escolar e por um minuto sequer não repara nos modos do mestre ?
Isso sempre foi um costume meu, principalmente quando a aula tornava-se monótona e, prestar atenção, era a última coisa que eu fazia.
Meus anos colegiais ganharam disparado no quesito professores bizarros.

Ela era professora de matématica. Uma senhora bastante rigorosa, o que era altamente pertinente, uma vez que eu estudava em escola militar e a disciplina era uma das principais normais exigidas. Suas aulas eram repletas de números e fórmulas que ocupavam o quadro negro, que na verdade era verde. Era de uma organização única: usava giz colorido e colocava tudo da forma mais clara possível. Seus alunos, eram como filhos. Pudera! Ela nunca casara-se e menos ainda tivera filhos para compartilhar seus momentos, que certamente, deveriam ser solitários.
Sendo assim, teve a época em que provavelmente ela nos via como uma turma de crianças rebeldes que precisavam de trabalhinhos terapêuticos, que a fez chegar nas aulas seguintes, com colas, tesouras e lápis de cores para que cortássemos e montássemos cubos, triângulos, octógonos, hexágonos, quebra-cabeças e o que mais viesse à nossa cabeça. Bem, a sujeira na sala de aula após o fim do dia, certamente a fez concluir que nossa idade mental era diferente da física!
Fora isso, vira e mexe ela entregava presentinhos para a turma: cartões, bombons, poemas e pasme: até sorvete.
Muitos diziam que estas lembranças eram "urucubacas", afinal, era notório o número de alunos reprovados em sua matéria no final do ano. Realmente, as suas provas eram difíceis, quase impossíveis de se realizar, mas ela ajudava cada aluno que a chamasse na mesa durante a realização da mesma. Uma vez, ela foi capaz de resolver todo o exercício da minha prova. Bastava fazer uma cara de choro. E eu, como já tinha uma aptidão teatral escondida, fazia isso muito bem. Nada adiantou, fui reprovada no meu primeiro colegial. Na segunda vez que terminei o primeiro ano, fui para a recuperação novamente, mas passei. E, como se fosse alguma novidade, no segundo ano, estava eu lá, na recuperação de novo. Estava afirmada a minha falta de habilidade com os números, que até hoje complicam a minha vida nos concursos.
Enfim, aquela professora tinha um "quê" de estranho, não somente pelas roupas escuras que usava, o que fazia surgirem alguns apelidos maldosos, como "O Corvo", relacionado ao personagem do Marcos Mion, que passava no programa Descontrole, na época. Embora a indumentária não fosse das mais simpáticas, este não foi o motivo cujo qual as aulas de matemática tornaram-se as mais divertidas daquela escola - para mim e uma amiga - dessas inseparavéis, que senta junto contigo na sala de aula, para fazer tudo, menos estudar. Pois bem. Aquela professora, cuja alcunha também não era das mais normais e eu também não irei citar o nome aqui, tinha um hábito muito estranho: ela comia giz!
Não, não bitolei por causa da quantidade de "x" e "y" e "z" que enfeitavam todo o quadro. Ela realmente comia giz. Disfarçadamente, mas comia. Enquanto conversava com os alunos, explicando a matéria, ela ia rolando o giz pelos dedos e depois, disfarçadamente, arrumava uma maneira de levar os dedos até os lábios, de tal forma, que uma vez minhas risadas foram incontroláveis quando percebi sua boca suja de giz branco. E no final, ela ainda lambeu! E foram atos como este, que presenciei no meu ensino médio, fazendo dele, os anos mais inesquecíveis da minha vida! Essa foi só uma da listinha de professores que eu jamais deixarei de lembrar, o que me fez aprender, que Imperfeito, é o melhor verbo para se conjugar! E quer saber? Melhor do que um professor de matématica careta, é ter uma uma mestra que coma giz e dá sorvete de presente para os alunos, não é ?


E este foi o acróstico que ela me deu de presente:

C]aroline querida,
Aminha vontade é ver
Realizado e anunciado aos quatro cantos
O que acredito está
Latente no seu
Interior pronto para
Naturalmente
Expressar o quanto você é capaz de "valer"!


# Postado por Carol às 1:42 PM


segunda-feira, fevereiro 06, 2006


Divagações

Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza. Sim, é verdade, acabei de constatar. E não, isso aí não tem nenhum sentido metafórico. Eu estava mesmo comendo o doce. Bom, mas esse doce, no meu tempo de meio metro de altura, chamava-se "Quebra-Queixo", nunca me apresentaram como "melado". Em todo o caso, a primeira denominação vem a calhar melhor, uma vez que quase perdi meus dentes tentando mastigar um. E claro, como diz o ditado, apesar de não ter sido a primeira vez que comi, lambuzei-me até não poder mais. Tudo bem, fazia tempo que eu não comia um destes mesmo, ainda que, neste calor de 40° à sombra, não seja um dos doces mais apropriados a se degustar.

À propósito, por falar em calor, está muito complicado sobreviver a este clima infernal de Janeiro. Primeiramente porque, para frequentar praia, precisa-se de grande disposição, afinal, para os desprovidos de carro, como eu, voltar impregnada de sal e areia dentro de um ônibus lotado, é impraticável. E depois, aguentar o corpo mais quente por estar queimado e com isso, sentir mais calor, é uma tortura que eu me privo de sentir. Fora que, aguentar o formigueiro humano debaixo de um sol impiedoso, é algo que faz-me superar qualquer tentativa de econômia caseira e pagar - muito bem pago, por sinal - um clube decente, piscinas, e todo o comodismo oferecido por um, podendo refrescar-me sem passar pelo sufoco destinatário rumo as praias cariocas. Definitivamente, cada vez me convenço mais de que meu lugar não é no Rio de Janeiro.

É nessas horas que eu gostaria de estar dentro de um Big Brother Brasil da vida, principalmente este, capítulo meia dúzia, pois só vejo os participantes encasacados dentro da casa. Se eles não possuem nenhum tipo de problema térmico - e creio que não, né - chego a conclusão que o ar condicionado dentro da casa seja valoroso, daqueles que me fariam ficar na dúvida: - Refresco-me deitada sentindo frio dentro da casa, ou sinto calor e mergulho na piscina do lado de fora e me refresco? Oh! Dúvida cruel... eis a questão !

Entretanto, como não estou no BBB, e nem disponho de ar-condicionado 24 horas por dia e menos ainda de uma pisicna no conforto do meu apErtamento, resta-me pegar os classificados e sair - sol a pino - atrás de algo útil para fazer da vida, afinal de contas, alguém precisa movimentar o país.

Enquanto isso, fico morgando sob este céu que nem sequer tem a bondade de lançar uma chuvinha refrescante. Ou então, quem sabe, só uma brisa? São pedro anda mesmo preguiçoso quanto as mudanças temporais.

Continuo assistindo JK, que por sinal tem cometido umas insanidades absurdas. Uma delas é brutal: por mais tentativas que tenham feito em envelhecer o Leonardo (Caco Ciocler) e a Salomé (Deborah Evelyn), por exemplo, eles jamais alcançariam a idade de JK e Sara Kubistheck, em seus novos intérpretes. Honestamente? Não gostei. Uns envelheceram e outros continuaram com a mesma cara e aparência de outrora, teria sido muito mais fácil continuarem com os atores antigos e envelhecido-os com maquiagem, como os demais. Vai entender a Rede Globo...
Bom, depois das cenas em que vejo algum personagem dirigindo carros, que não saem de onde estão (atentem sempre para o fundo que não se distancia!), eu espero tudo! Mas foi bom perceber a presença de alguns atores ali, que, apesar de não muito conhecidos pelo grande público, fazem um trabalho belíssimo, o que posso afirmar, por ter tido a oportunidade de acompanhar trabalhos de alguns em peças teatrais, como o Mateus Solano, que fazia o médico Júlio (antes de envelhecer) e o Luiz Arthur, que encarnou o secretário de Jk, Geraldo Carneiro.

Agora vou nessa, porque o calor continua - e dois jogadores desmaiaram no Maracanã - a pressa me apressa, e eu também já dei meu ar da graça por aqui, ainda que sem muita inspiração para longos textos. Ando sem muita paciência para Internet. É meu computador que não colabora, é sempre as mesmas coisas e às vezes faz um bem danado ter um contato próximo a vida Offline, embora eu sinta uma falta danana, acho que ando enjoando de ficar em frente à uma máquina inanimada. E MSN então, dá vontade de nem ter mais, porém acho que com o tempo isso passa e eu volto ao normal.

Sem contar que esse blog mereceu os parabéns no dia 23 de janeiro - ou 21, não sei - até porque seus remotos registros foram apagados pelo BLIG, ele completou exatamente dois anos de existência. Tenho visto poucos blogs resistindo ao tempo e as novas novidades e manias da Internet, que foram fazendo com que muitos blogueiros desistissem do bom e velho diário virtual. Parece que a graça acabou para a maioria, porque houve uma época em que Deus e o mundo tinham blogs. Mas o bom disso tudo, é perceber que foram ficando somente as relíquias, muito material bruto se perdeu e hoje, a maioria dos espaços de trocas de vivências na internet, é composto por autores que gostam de escrever e de proporcionar uma troca inteligente. Por isso que, embora meu tempo para postagens seguidas já não seja o mesmo de antes, eu não abandono isso aqui por nada neste mundo. Pelo menos por enquanto.

Aproveitei os dias últimos para ler O Código DaVinci, que praticamente devorei em três dias, mas isso é uma outra longa história, que ficará para um post futuro. E chega de palhaçada, que isso aqui não é diarinho, daqui a pouco, estará parecendo blog de mulherzinha.... !

Calma, amiga, amiga.


# Postado por Carol às 4:32 PM